Outubro histórico.
Hoje, primeiro dia de outubro de 2011, a alvorada em Arembepe foi tranqüila. Fechamos um setembro de muita agitação. Zum…zum…zum… na “política”, “economia” e “ “criminalidade”.
No primeiro tema, a nossa presidenta (ou presidente) alcançou mais uns pontinhos na escala preferencista, pois os Institutos de pesquisas já lhe deram 51% de aprovação. A direita raivosa até “baixou a guarda” um pouco. Os jornais e revistas que são alimentados por escândalos sempre se contradizem na espera de lucros vindos de seus ingênuos consumidores leitores. Enquanto o barbudo de Garanhuns, aclamado por estudantes em Paris, na cerimônia de recebimento do título de “doutor honores causa”, pelo Instituto de Estudos Políticos (SCIENCES-PO), dava o seu palpite sobre a economia global.
Quanto à “economia” O dólar bateu forte e as exportações das cooperativas brasileiras fecharam setembro numa galopante subida.
Neste terceiro, “criminalidade”, é pano prá mangas analisarmos: Logo o mal-estar no CNJ porque uma denodada magistrada disse o óbvio… (não vamos repetir o que ela disse porque enjoamos); só vou registrar neste postado o caso do garoto de 10 anos que baleou a sua professora e depois deu cabo da sua própria vida. Versados e profissionais psicólogos ainda não chegaram a uma conclusão clara para um pobre entendedor! Quem sabe se um eventual comentarista não acerte o inverossímil ?

outubro 4, 2011 às 11:35 am |
Raimundo,
O homem, na sua evolução neste mundo, tem seguido uma escala ascendente, para atingir o ponto a que chegamos ho]e, com governo bem constituído, eleito pelo povo e dividido em poder executivo ,poder legislativo e poder judiciário. Porém, nem sempre foi assim: primeiro existiu o homem e depois o Estado e este foi criado para proteger o homem, estabelecer os seus direitos e deveres perante a sociedade, como um todo social, harmônico e evolutivo, conforme definiu, com muito acerto o Papa Leão XIII, na sua encíclica magestosa chamada Rerum Novarum, datada do ano de l891. O governo, no entanto, não pode fazer tudo, muita bagagem a pessoa precisa trazer de casa, da família, sem falar naquilo que o adágio popular afirma: “quem é bom já nasce feito”. O governo se esforça para dar boa educação a todos, porém o crime campeia; o Congresso vota bons códigos, como o dos adolescentes, o dos idosos, o de trânsito, entre outros, nem porisso os crimes param de acontecer. Chegamos a uma situação de perigo não só na rua, como também na escola, nos estádios de futebol, nos bares e em qualquer lugar onde estejamos. Peçamos a Deus que nos mande dias melhores. Amem.Um abraço Renato
outubro 6, 2011 às 11:25 am |
Raimundo,
Ao lado de notícias melhores e piores, de questões que entendemos e outras que ulrapassam a nossa compreensão, muito importante ver você de novo em ação. Que a plantação aqui registrada seja de muitas benesses. Grande abraço, Isadora
outubro 6, 2011 às 12:24 pm |
Em se plantando, tudo dá! Plantemos: “amor”, “concordia”, “tolerância”, e por que não dizer? “humor”, e o mundo poderá melhorar!
outubro 6, 2011 às 8:20 pm |
Seo Raimundo,
Depois de duas deliciosas semanas de férias deixo a madrugada calorosa de Arembepe para a fria Vit. da Conquista que me recebe com “bleckaute” só pra eu tomar banho gelado como cartão de boas vindas.
Mas voltando ao tema “política”, “economia” e “criminalidade”, são temas que geram medo no seio da sociedade.
Eis que surge uma “denodada magistrada” que diz verdades que todos nós sabemos mas não temos a coragem de dizer.
Quando a guerra fria esfriou foi necessário fabricar inimigos para poder continuar a fabricar armas, fabricar serviços secretos e fabricar exércitos, Quando todos nós sabemos que uma pequena porcentagem gasta em armamentos seria o suficiente para exterminar a fome do mundo, que na verdade é o maior medo na humanidade.
A crise financeira mundial nunca atingiu a fabricação de armamentos, porque é necessário continuar fabricando o medo !!!
Em nome da democracia foram fabricadas as mais sanguinárias ditaduras na Africa e em outras regiões produtoras de petróleo, como se comprova atualmente !!! ( os que hoje mais combatem Kadhafi são os mesmos que mais armas venderam a Kadhafi)
Voltando à História, a Muralha da China foi construída com o medo das inavasões, acontece que morreram mais chineses na construção da muralha do que vítimas das próprias invasões.
Hoje os que trabalham tem medo que falte trabalho, os que não trabalham tem medo de nunca encontrarem trabalho.
Os civis tem medo dos militares, os militares tem medo que faltem armas e as armas tem medo que faltem munições.
Gosto da faxina iniciada pela nossa Presidente nos ministérios e quando declarou “Essa é das nossas” ao se referir a corajosa magistrada.
Para finalisar: TEM GENTE COM MEDO QUE O MEDO ACABE
outubro 8, 2011 às 8:56 pm |
Eita seu Rai, desta vez meu amigo Paulino(meu Dalai Lama, preferido) arrasou, bom so’ vou relembrar a frase final: ” Tem gente com medo que o medo acabe” e esta?
abraco a todos
joao